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Evento Cidade PCD

10 razões para ter amado a Cidade PcD

Evento de inclusão no Rio de Janeiro mobilizou a cidade com tests drive adaptados, tecnologia assistiva, shows, palestras, desfiles e muitas novidades do setor. Evento contou com 12 mil visitantes

O Rio de Janeiro pôde experimentar, pelo segundo ano consecutivo, uma experiência inclusiva, divertida e agregadora: a Cidade PCD, com oferecimento do Sesc Senac RJ, aconteceu no Centro de Convenções SulAmérica durante três dias, recebeu 12 mil pessoas e marcou o calendário de eventos importantes da cidade.

Uma iniciativa da Revista Universo PcD, a feira reuniu mais de 60 estandes de tecnologia assistiva, terapias, esportes adaptados, palestras com especialistas, balcão de empregos para a pessoa com deficiência, shows e desfiles de moda. Além disso, tests drive com carros adaptados, experiências com equoterapia e feira de artesanato também disputaram a atenção dos visitantes.

Veja a seguir 10 pontos altos que vão fazer você se planejar para estar no próximo!

1. Um padrinho campeão

O padrinho do evento Cidade PcD é ninguém menos que o multimedalhista das piscinas Clodoaldo Silva. Super divertido e articulado, abriu a feira com o bom-humor e a majestade que a Cidade PcD merece.

2. Carrões e informações

Mobilidade com qualidade, quem não quer? Estandes com carros da Chevrolet, Hyundai, Ford, Honda, Jeep, Fiat e Volkswagen prestaram consultoria à pessoa com deficiência e seus familiares durante os três dias de feira. Isenções, CNH especial, adaptações e condições vantajosas de pagamento: informação ao alcance de todos.

3. Test drive adaptado

Uma pista de teste foi montada ao lado da feira para que o público com deficiência (e sem) tivesse a oportunidade de experimentar, na prática, carros com adaptações. Com um circuito ideal para testá-los, parte da frota trazia o Creta, a TrailBlazer, o Tracker, a Spin, o Cruze, dentre vários outros.

4. Público diversificado, estiloso e interessado!

Dizem que quem faz o lugar são as pessoas. Verdade! Marcos Fonseca, 46 anos, e seu filho Lucas Fonseca, 4 anos visitaram a Cidade PcD a bordo de seu triciclo FireFly. “A feira está ainda melhor do que a do ano passado”, disse ele.

5. Semi final e final do Basquete

Há tempos o Rio de Janeiro não assistia ao Campeonato Estadual de Basquete em cadeira de rodas. Na Cidade PcD, isso foi possível! Uma quadra foi totalmente montada para receber os atletas para jogos disputadíssimos e emocionantes. Aqui, a semi final com Macaé X Acand Rio.

6. Desfiles de moda inclusiva

A Vem Inclusão colocou no palco da Cidade PcD uma turminha para lá de diversa desfilando looks super arrojados. Todos os dias, os visitantes puderam conferir novidades na moda apresentadas por crianças, jovens e adultos com deficiência. Aqui, a repórter Fernanda Honorato, com síndrome de Down: a primeira modelo a desfilar – e agitar! – no palco da Cidade PcD.

7.  Balcão de empregos

Quem foi à feira ainda pôde deixar seu currículo: a IMPARH cuidou do Balcão de Empregabilidade na Cidade PcD. Foram 12 empresas nacionais e multinacionais oferecendo vagas de emprego para pessoas com deficiência. Uma excelente oportunidade para os visitantes com deficiência e também para as empresas, que puderam suprir seu quadro de funcionários.

8. Tecnologia assistiva: OrCam MyEye

A Mais Autonomia trouxe o OrCam MyEye para a Cidade PcD: o dispositivo tem câmera intuitiva acoplada à armação de óculos, que fotografa, escaneia e transforma textos em áudio instantaneamente. Dezenas de bibliotecas em São Paulo já contam com ele. E mais: na feira, a Mais Autonomia entregou de presente um OrCam MyEye para uma das entidades inscritas!

9. Cinoterapia = MUITO amor!

A cinoterapia do canil da Guarda Municipal do Rio de Janeiro participou do evento com os chamados cães facilitadores: ajudam crianças, adolescentes e idosos a perderem o medo e se socializarem, por exemplo.

10. Libras e olhos vendados no Sesc

Empatia, você sabe o que é? É ter a capacidade de se colocar no lugar do outro, se sensibilizar com uma questão que não é sua. No estande do Sesc, na Cidade PcD, os visitantes puderam experimentar um pouquinho daquilo que uma pessoa cega vivencia todos os dias. Havia um circuito cheio de obstáculos que deveria ser percorrido com os olhos vendados. A outra experiência foi direcionada às crianças: aulas de Libras, a Língua Brasileira de Sinais.

 

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